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Você sabia que no dia 28 de abril celebra-se o Dia Mundial da Educação?

A data foi instituída na cidade de Dakar, no Senegal, no dia 28 de abril de 2000.

O marco foi o Fórum Mundial da Educação, onde líderes de 164 países, incluindo o Brasil, firmaram o compromisso de desenvolver ações para assegurar uma educação de qualidade a todos.

Em 2015, os resultados dessas ações foram apresentados em um relatório da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Em balanço, observou-se avanços consideráveis, como o número de alunos matriculados na educação primária e a redução da desigualdade de gênero em muitos países.

Contudo, ainda há desafios pela frente, como garantir um ensino eficiente, reduzir a evasão escolar, os índices de repetência e as taxas de analfabetismo.

Ainda em 2015, um novo documento foi publicado propondo ações inovadoras para alavancar a educação até 2030. A publicação ocorreu durante o Fórum Mundial de Educação em Incheon, na Coreia do Sul.

Quer saber mais sobre essa história? Confira os documentos por trás do Dia Mundial da Educação

Pilha de livros. Ao lado, caderno e caneta.

A importância da educação na sociedade

A educação é um direito básico estabelecido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo 26
1. Todo ser humano tem direito à instrução. A instrução será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A instrução elementar será obrigatória. A instrução técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, esta baseada no mérito.

No Brasil, a Constituição de 1988, também conhecida como Constituição Cidadã, trouxe um olhar diferenciado para a educação.

A educação é um direito, mas também um dever de todos. Mantê-la e garanti-la faz parte da pauta social.

Art. 205.
A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Assim, garantir o acesso e a qualidade do ensino básico é construir cidadania. Com ele, é possível formar cidadãos conscientes, críticos e participativos, além de desenvolver habilidades emocionais decisivas para a vida pessoal e profissional.

E o ensino superior?

O último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que, em dez anos, houve um crescimento no número de brasileiros com diploma universitário. O percentual passou de 4,4%, em 2000, para 7,9%, em 2010.

A graduação é um passo muito importante para sociedade. Quanto mais pessoas tiverem acesso a ela, mais profissionais qualificados vão ingressar no mercado de trabalho.

O ensino superior aumenta significativamente a empregabilidade e as chances de melhor remuneração. Com o diploma é possível ganhar 140% a mais.

E esse universo vai além: dentro do espaço acadêmico, é possível estimular a criatividade e fazer parte de pesquisas que geram avanços e melhorias nas práticas sociais.

Por exemplo, recentemente, pesquisadores da Univali participaram da Segunda Avaliação Mundial dos Oceanos.

Além disso, a universidade é espaço para desenvolver habilidades socioemocionais, como o pensamento crítico, a comunicação, a colaboração e a responsabilidade.

mãos teclando em um notebook.

Educação a distância: democratização do ensino

Com o avanço da tecnologia, o modelo de educação a distância veio para democratizar o ensino superior.

A educação a distância já é uma tendência na educação brasileira, conforme levantamento feito pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Entre 2009 e 2019, o número de matrículas em cursos a distância saltou para 378,9%, ou seja, um aumento de 4,7 vezes

A EAD rompeu barreiras geográficas e permitiu que pessoas que moram longe de Instituições de Ensino pudessem fazer uma graduação. Contando, ainda, com os polos de apoio presencial e com os tutores.

Além disso, as mensalidades de cursos EAD são mais baratas em comparação aos cursos presenciais, pois não há gastos com manutenção e segurança de espaços físicos.

Ainda, há flexibilidade no ensino. É possível conciliar os estudos com o trabalho e a família, estudando quando e onde você preferir, pois as aulas e os materiais são disponibilizados integralmente on-line.

E o futuro?

Conforme projeções, a educação a distância irá crescer ainda mais nos próximos anos.

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) calcula que haverá 2.276.774 novas matrículas na EAD até 2023.

E o crescimento também se aplica para a oferta de cursos. Conforme o último Censo da Educação Superior, existem 4.529 cursos EAD no país.

Essa modalidade ampliou o acesso aos estudos para mais pessoas, principalmente para quem trabalhava e não possuía tempo hábil para estudar integralmente.

Apesar do curso ser a distância, o diploma é o mesmo do presencial, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Todavia,
é fundamental que você escolha uma Instituição de Ensino de excelência. 

A Univille tem mais de 50 anos de qualidade de ensino e, nessa trajetória, já conquistou 70 prêmios de excelência. Todos os alunos da Univille tem acesso a uma estrutura com mais de 150 laboratórios, bibliotecas, além de programas de extensão e pesquisa.

Quer dar um salto na sua carreira? Confira os cursos da EAD Univille e matricule-se já! 

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